Divórcios
O Amor é para sempre, até durar...

O divórcio é a suspensão da convivência conjugal com motivos bem definidos que originam ruptura no seio de um casal. As tragédias da vida conjugal costumam povoar a rotina comum e a melhor forma de explicar esses desequilíbrios é invocar a incompatibilidade dos temperamentos, os desencantos da vida íntima ou as excessivas aflições domésticas. O homem disputa novas companhias ou entretenimentos prejudiciais, ao passo que, em muitos casos, abre-se a mente feminina ao império das tentações, entrando num falso rumo…

A tendência do divórcio tem aumentado cada vez mais em Portugal, e cada vez menos os casamentos são para toda a vida. Este é um tema que tem vindo a ser desdramatizado a cada dia que passa. É ainda comum existirem os filhos do divórcio, crianças e jovens cuja atenção e companhia é disputada e repartida pelo pai e pela mãe.

Não pretendemos reportar o divórcio como uma medida impraticável, mas existem problemas tão profundos, nas resoluções de carácter extremamente particular, que só o entendimento entre o casal, através da reflexão e do diálogo, consegue resolver. O conflito poderá começar numa desconsideração ou num ferimento, na imposição de um ofensa ou desapreço, muitas vezes num gesto de intolerância… começando assim uma bola de neve que acaba por se transformar numa muralha de malícia. Porém, antes de se partir para o divórcio, deve-se procurar compreender o outro porque nunca sabemos se a intransigência, a infidelidade, a irritação ou a secura com que nos defrontamos serão frutos da nossa própria frieza, menosprezo, violência ou ingratidão!
Facilmente podemos compreender que entrar com um pedido de divórcio não é uma atitude fácil e, apesar de muitas vezes ser a melhor solução, existe outras tantas em que poderia ter sido evitado se para a resolução dos problemas tivesse existido o diálogo e a compreensão.

Em Portugal, o divórcio poderá ser alcançado através da via litigiosa ou pelo mútuo consentimento. O divórcio litigioso é requerido, no tribunal, por um dos cônjuges contra o outro, e baseia-se no princípio de que existiu uma violação dos direitos e deveres conjugais, comprometendo desta forma a possibilidade da vida em comum. Por outro lado, o divórcio por mútuo consentimento pressupõem o cessar da convivência conjugal, por vontade de um ou de ambos os cônjuges sem que seja necessária a intervenção da autoridade judicial.

Em muitos casos o divórcio vem acompanhado das dificuldades financeiras, aliadas à escassez no trabalho, que motivam as brigas e as discussões no casal. Normalmente os filhos acabam por acompanhar este processo de degradação do casal, tornando-se em pessoas fechadas em si próprias, com conflitos por resolver.

Os vícios do álcool e do tabaco são igualmente aliados do rompimento do casal, que consomem a saúde da pessoa viciada e dos que a rodeiam, para não mencionar na redução do orçamento familiar em detrimento do vício. Alguns fumadores conseguiram já largar o vício do tabaco e viram assim o seu ambiente familiar melhorar consideravelmente, pois ganharam em boa disposição, em saúde e em orçamento familiar. Com o manual do vício de fumar, foi possível a estes fumadores, de uma forma 100% natural, e ao ritmo de cada um, sem tomar comprimidos, e sem engordar!

 
 


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